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Workshop discute danos à flora e à fauna causados pelo rompimento de barragem em Brumadinho

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Foto: Sisema/Divulgação 
WORKSHOP PDD DENTRO
Encontro acontece no âmbito do Programa de Diagnóstico de Danos sobre o Meio Biótico

 

Os impactos ambientais causados à flora e à fauna após o incidente de Brumadinho, em 2019, são tema de workshop realizado no Hotel Max Savassi, em Belo Horizonte, nesta segunda (13) e terça-feira (14). O encontro acontece no âmbito do Programa de Diagnóstico de Danos sobre o Meio Biótico, elaborado em conjunto pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale S.A., com o objetivo principal de diagnosticar e monitorar os danos ambientais provenientes do rompimento das barragens B1, B4 e B4-A.

 

Os estudos e monitoramentos vêm sendo executados desde 2019 nas bacias do ribeirão Ferro-Carvão e do Rio Paraopeba. Já foram apresentados aos órgãos ambientais resultados sobre a biodiversidade terrestre e aquática potencialmente afetadas na região.

 

O workshop visa incluir planos de estudos de toxicologia e ecotoxicologia, além de alinhar e ajustar metodologias para otimização dos resultados para as próximas execuções do programa, que se prolongará por pelo menos mais três anos.

 

O encontro também esclareceu como o programa será integrado ao Plano de Reparação Socioambiental da bacia do Rio Paraopeba, servindo de fonte de informações tanto para atualização dos impactos já identificados, quanto para subsidiar os programas de reparação dos recursos ambientais impactados.

 

O Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) foi representado no encontro por gerências do Instituto Estadual de Florestas (IEF), da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Sustentáveis (Semad).

 

"O evento permitiu a discussão técnica entre os órgãos ambientais, as empresas e auditoria do ministério público, buscando otimizar as análises, provendo resultados mais assertivos sobre os danos causados pelo rompimento e sobre as ações de reparação mais adequadas. Dessa forma, apresentaremos para a sociedade informações mais precisas sobre os desdobramentos do desastre", conclui a analista ambiental do IEF, Melina Barreto.

 

Luiz Fernando Motta
Ascom/Sisema

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