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Semad lança cartilha com análise crítica sobre Educação Ambiental

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“Educação Ambiental, e agora?” é o título da nova cartilha publicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) neste mês de janeiro. O documento, com 40 páginas, foi organizado para esclarecer as principais características e elementos que compõem a Educação Ambiental (EA), a fim de contribuir e conscientizar de forma crítica sobre as mudanças entre sociedade e meio ambiente.


Na publicação, um conjunto de conceitos, características, princípios, objetivos relacionados à educação ambiental foram apresentados. Em oito tópicos, a cartilha apresenta a relação entre a sociedade e natureza; as características da educação ambiental; os conceitos e princípios aplicáveis a essa política; seus objetivos e o processo de implantação da educação ambiental no país. 

Cique aqui para acessar a cartilha na íntegra

“O objetivo da cartilha foi sintetizar informações que permitam ao leitor a compreender que a educação ambiental não se limita a palestras, cursos sobre meio ambiente, contemplação da natureza ou tarefas obrigatórias por lei. Estas são ações que podem estar relacionadas a um projeto de educação ambiental. Já o conceito de educação ambiental é muito mais amplo e é um processo que, para ser transformador da realidade local e global, precisa ser desenvolvido de forma adequada e com embasamento técnico e científico”, afirmam os autores. A publicação é de autoria da Superintendente de Gestão Ambiental da Semad, Fernanda Carla Wasner Vasconcelos, que é mestra em Saneamento e doutora em Ciências; e do mestre em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, Rafael Alves de Araújo Castilho.


A superintendente explica que a educação ambiental é um processo de transformação, de mudanças de paradigma que poderão propiciar uma melhor qualidade ambiental por meio de novos comportamentos. “É uma semente que precisa germinar e frutificar, desenvolvendo nos indivíduos uma compreensão sistêmica dos diferentes contextos nos quais estão inseridos, possibilitando encontrar soluções para os problemas socioambientais de maneira sustentável e valorizando as atitudes individuais que irão ressoar para o bem comum”, ressalta, acrescentando que o documento organiza ideias dentro de uma sociedade moderna.


Os autores da publicação consideram a educação ambiental uma ferramenta estratégica gerencial, de uma construção inovadora, com ações para a construção do raciocínio, para sensibilizar, mobilizar, informar e agir. Como destaca Rafael, os problemas socioambientais, por exemplo, devem ser conhecidos e resolvidos pela comunidade com uma educação crítica relativa às questões sociais, ambientais e econômicas do ambiente.


CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS


De acordo com a publicação, a EA está baseada em atitudes, conhecimento científico e popular, no engajamento e na participação social, em processos emancipatórios e em práticas sustentáveis. Conceitos, características, objetivos e princípios relacionados ao tema são abordados na cartilha, auxiliando a compreensão e aprofundamento dos leitores sobre o assunto. “A EA, conforme aborda o documento, deve ser participativa, integrativa e abrangente. Um processo transformador da realidade e desenvolvida com técnicas adequadas, além de embasamento técnico e científico”, afirma o subsecretário de Gestão Ambiental e Saneamento, Rodrigo Franco.


IMPLANTAÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL


Colocar em prática a educação ambiental é um processo que, de acordo com as orientações da cartilha, precisa dividir responsabilidades, construir uma estrutura de cooperação e parcerias e acompanhar o desenvolvimento das ações concretas, “pois ao monitorá-las, torna-se possível fazer as intervenções necessárias nesse percurso para que os resultados sejam positivos.”


Projetos e programas em educação ambiental devem, conforme apontam os autores, criar sistemas em rede, envolvendo indivíduos e instituições que promovam ações diversificadas, descentralizadas, sistematizadas e contínuas, e formem multiplicadores junto ao público alvo e a comunidade local.


Ângela Almeida
Ascom Sisema

SEMAD|

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