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Mineradora será multada por degradação ambiental

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Técnicos do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) continuam mobilizados para avaliação da extensão do dano ambiental provocado pelo rompimento da barragem da Rio Pomba Empresa de Mineração, no município de Miraí, na Zona da Mata. De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, diante da gravidade do acidente, o Governo de Minas determinou a aplicação de multa por infração gravíssima, podendo chegar ao valor de R$ 50 milhões. A interdição em definitivo do empreendimento foi determinada pelo secretário ainda na manhã do dia 10.

"O Governo de Minas já está verificando a possibilidade de reverter os recursos da multa que será aplicada para as atividades de recuperação dos danos ambientais e materiais. Concomitantemente, o Governo, por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente, solicitará ao Ministério Público Estadual a adoção das providências necessárias para responsabilização civil e criminal dos empreendedores", ressalta o secretário José Carlos Carvalho.

 De acordo com dados da Rio Pomba Mineração, o vazamento de lama chegou, em uma avaliação preliminar, a 2 milhões de metros cúbicos, o que equivale a 53% do volume total do reservatório. O rejeito é constituído por argila e água, não possuindo material tóxico em sua composição.

 Segundo a Coordenadoria de Defesa Social de Minas Gerais (Cedec), 10 retroescavadeiras estão em funcionamento na cidade para a retirada da lama que se acumulou em algumas vias públicas. Amanhã, técnicos do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) iniciarão, em conjunto com a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), o monitoramento da qualidade das águas dos rios Fubá e Muriaé, que foram atingidos pela lama.

 A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) ampliará de quatro para dez o número de caminhões pipa para fornecimento de água na região atingida. O fornecimento de água em Laje do Muriaé, no Estado Rio de Janeiro, permanece normal até este instante.

 O presidente da Feam, Ilmar Bastos, e o diretor geral do Igam, Paulo Teodoro, estão na região atingida e coordenam as ações do grupo de trabalho. O rompimento da barragem da Rio Pomba ocorreu por volta das 3h30 da última quarta-feira, quando a empresa comunicou o fato à Prefeitura Municipal de Miraí. Em seguida, a população ribeirinha localizada nas proximidades do empreendimento foi retirada de suas casas.

O rompimento da barragem da Rio Pomba ocorreu por volta das 3h30 da última quarta-feira, quando a empresa comunicou o fato à Prefeitura Municipal de Miraí. Em seguida, a população ribeirinha localizada nas proximidades do empreendimento foi retirada de suas casas.

O rompimento da barragem da Rio Pomba ocorreu por volta das 3h30 da última quarta-feira, quando a empresa comunicou o fato à Prefeitura Municipal de Miraí. Em seguida, a população ribeirinha localizada nas proximidades do empreendimento foi retirada de suas casas.

Ascom/ Feam

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